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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
É Notícia_Mídia

Revistas e jornais são as principais leituras no Brasil
O perfil do consumidor brasileiro que consume produtos de leituras no país foi traçado pela pesquisa "O Livro no Orçamento Familiar", encomendada por oito entidades ligadas ao mercado editorial. A base do levantamento é a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2002-2003), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Com o estudo foi comparada a soma dos gastos das famílias com leitura com outras despesas consideradas não essenciais. Para a aquisição de aparelhos, manutenção, compra ou aluguel de conteúdo de DVD, informática, jogos eletrônicos, som, TV e vídeo (Grupo 1) o valor relativo foi de R$ 19,303 bilhões.
No grupo 2, que abrange a compra e manutenção de aparelhos, assinatura e cartões, os gastos com telefonia celular ficaram na segunda posição com R$ 8,816 bilhões, as despesas com lazer fora de casa (Grupo 3) ficaram em R$ 6,154 bilhões, o valor destinado a produtos de leitura ficou em R$ 5,471 bilhões, considerando o total de gastos com apostilas, bibliotecas, dicionários, fotocópias, jornais, livros didáticos e não-didáticos e revistas.
Cada família gasta anualmente cerca de R$ 42 com revistas, R$ 17 com jornais e R$ 11 com livros não-didáticos. O principal item de leitura para as famílias é a opção que inclui revistas e jornais que representam 37,1% e 15,2% do total de despesas, respectivamente. Mais da metade (52,3%) do valor destinado a leitura. O total gasto com livros didáticos representa 19,6% do total.
Os livros concorrem com as fotócopias, já que seu gasto total é praticamente igual as publicações não-didáticas. Cerca de 10,1% da despesas com material de leitura são de livros não-didáticos. As fotcópias respondem por 9,7%.
A maneira como as famílias consomem os materiais de leitura em seu orçamento foi alterada, desde a 4ª POF, em 2203-2003, já que várias residências contam com acesso à internet e telefone celular. Atualmente, o IBGE realiza a coleta de informações para a 5ª POF (julho 2008-junho 2009), mas ainda não há data de divulgação.
Redação Adnews
O perfil do consumidor brasileiro que consume produtos de leituras no país foi traçado pela pesquisa "O Livro no Orçamento Familiar", encomendada por oito entidades ligadas ao mercado editorial. A base do levantamento é a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2002-2003), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Com o estudo foi comparada a soma dos gastos das famílias com leitura com outras despesas consideradas não essenciais. Para a aquisição de aparelhos, manutenção, compra ou aluguel de conteúdo de DVD, informática, jogos eletrônicos, som, TV e vídeo (Grupo 1) o valor relativo foi de R$ 19,303 bilhões.
No grupo 2, que abrange a compra e manutenção de aparelhos, assinatura e cartões, os gastos com telefonia celular ficaram na segunda posição com R$ 8,816 bilhões, as despesas com lazer fora de casa (Grupo 3) ficaram em R$ 6,154 bilhões, o valor destinado a produtos de leitura ficou em R$ 5,471 bilhões, considerando o total de gastos com apostilas, bibliotecas, dicionários, fotocópias, jornais, livros didáticos e não-didáticos e revistas.
Cada família gasta anualmente cerca de R$ 42 com revistas, R$ 17 com jornais e R$ 11 com livros não-didáticos. O principal item de leitura para as famílias é a opção que inclui revistas e jornais que representam 37,1% e 15,2% do total de despesas, respectivamente. Mais da metade (52,3%) do valor destinado a leitura. O total gasto com livros didáticos representa 19,6% do total.
Os livros concorrem com as fotócopias, já que seu gasto total é praticamente igual as publicações não-didáticas. Cerca de 10,1% da despesas com material de leitura são de livros não-didáticos. As fotcópias respondem por 9,7%.
A maneira como as famílias consomem os materiais de leitura em seu orçamento foi alterada, desde a 4ª POF, em 2203-2003, já que várias residências contam com acesso à internet e telefone celular. Atualmente, o IBGE realiza a coleta de informações para a 5ª POF (julho 2008-junho 2009), mas ainda não há data de divulgação.
Redação Adnews
É Notícia_Diploma

Senado adia audiência pública sobre diploma no Jornalismo
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado adiou, sem justificativa oficial, a realização da audiência pública para debate da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que restitui o diploma no Jornalismo. A sessão deveria ocorrer nesta quinta-feira (10 de setembro) às 10h. A expectativa é de que a audiência seja realizada na próxima semana.
O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) - relator da PEC - está com a avaliação em fase de finalização. O político aguarda a realização da audiência para levar o texto concluído à apreciação na Casa.
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), uma das entidades participantes da audiência, acredita que a proposta seja apreciada ainda neste ano. "Estamos otimistas no sentido de encontrar uma solução no Congresso Nacional, resgatando a exigência do diploma, deixando claro para a sociedade que não há conflito entre liberdade de expressão e Jornalismo", disse o presidente da Fenaj, Sérgio Murillo.
Na avaliação de Murillo, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) - julgada por unanimidade no dia 17 de junho - desregulamentou a categoria, ao possibilitar o ingresso de profissionais sem qualificação no Jornalismo.
Além da PEC no Senado, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) também protocolou proposta de emenda constitucional para apreciação da Câmara dos Deputados. Murillo ressalta que a iniciativa dos políticos corrobora com a manifestação social em defesa do diploma. "Estudantes de Jornalismo e a sociedade, de um modo geral, ficaram surpresos e indignados, o que motivou parlamentares a procurar alternativas para resolver esse impasse".
Fonte: Portal Imprensa
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado adiou, sem justificativa oficial, a realização da audiência pública para debate da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que restitui o diploma no Jornalismo. A sessão deveria ocorrer nesta quinta-feira (10 de setembro) às 10h. A expectativa é de que a audiência seja realizada na próxima semana.
O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) - relator da PEC - está com a avaliação em fase de finalização. O político aguarda a realização da audiência para levar o texto concluído à apreciação na Casa.
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), uma das entidades participantes da audiência, acredita que a proposta seja apreciada ainda neste ano. "Estamos otimistas no sentido de encontrar uma solução no Congresso Nacional, resgatando a exigência do diploma, deixando claro para a sociedade que não há conflito entre liberdade de expressão e Jornalismo", disse o presidente da Fenaj, Sérgio Murillo.
Na avaliação de Murillo, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) - julgada por unanimidade no dia 17 de junho - desregulamentou a categoria, ao possibilitar o ingresso de profissionais sem qualificação no Jornalismo.
Além da PEC no Senado, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) também protocolou proposta de emenda constitucional para apreciação da Câmara dos Deputados. Murillo ressalta que a iniciativa dos políticos corrobora com a manifestação social em defesa do diploma. "Estudantes de Jornalismo e a sociedade, de um modo geral, ficaram surpresos e indignados, o que motivou parlamentares a procurar alternativas para resolver esse impasse".
Fonte: Portal Imprensa
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
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