O QUE FALAR COM A IMPRENSA
Que tipo de informações interessa à imprensa?
Tudo que é notícia
- Avaliar o que é notícia
- Que públicos vão se interessar por isso e por quê?
EXEMPLO:
Se uma empresa decide instituir como parte dos seus benefícios o pagamento anual do 14 salário a seus funcionários, o foco de interesse sobre esse assunto pode variar, de acordo com as seguintes opções:
01 - Pode interessar apenas aos funcionários, se a maior parte das outras empresas do mercado já tiverem esse benefício implantado.
02 - Pode despertar um interesse mais abrangente e virar notícia, se a empresa estiver passando a integrar um seleto grupo que tem o pagamento do 14 salário como praxe.
03 - Pode se transformar em uma grande notícia das editorias e publicações especializadas em economia e/ou recursos humanos, se a empresa for uma das precursoras na implantação desse benefício.
04 - Pode ter o mesmo potencial de notícia do item anterior, se, numa conjuntura de recessão, for das poucas empresas que mantiveram o benefício do 14 salário.
05 - Pode também despertar esse mesmo interesse, se, numa conjuntura de desenvolvimento e crescimento econômico, for a última empresa a implantar esse benefício.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Imprensa_Como Falar
Como Falar com a Imprensa
Diálogo – partindo da empresa
- partindo da imprensa
- depende do deadline (data e/ou horário em que um repórter precisa entregar sua matéria apurada e escrita ao editor)
- depende se esse horário solicitado pelo
jornalista se encaixa à agenda do executivo.
Quando a iniciativa parte da imprensa
Iniciativa
Do jornalista
a) reportagem mais ampla (ouvindo várias empresas, prática comum, quando a imprensa quer detectar reações e/ou tendências de um determinado segmento de mercado)
b) reportagem buscando informações exclusivas sobre a empresa.
Obs: é importante, entretanto, ressaltar que, para avaliar qualquer possibilidade de conceder uma entrevista, é fundamental estar certo de ter compreendido os objetivos da matéria em que ela será inserida e consciente das expectativas do jornalista em relação às informações que pretende obter da empresa. Essas duas certezas evitam um bocado de frustração para ambas as partes.
Entrevista por telefone – esse tipo de entrevista só é recomendado quando o cliente domina completamente o assunto.
Obs: O ideal é que, ao receber a solicitação de uma entrevista telefônica, o cliente contraponha um encontro rápido e imediato. Nem sempre, contudo, o deadline do jornalista torna isso possível. Nesse caso, o cliente deve procurar entender exatamente o que seu entrevistador deseja saber e lhe pedir um intervalo de meia hora para se preparar.
Várias solicitações para um mesmo assunto – há algumas situações em que vários veículos podem contactar o cliente para pedir uma entrevista. À primeira vista, a forma mais racional de gerenciar tantas solicitações é juntar todos os jornalistas para serem atendidos em uma só entrevista. Dependendo da circunstância, essa alternativa deve ser reavaliada.
a) Se a situação é de crise, deve-se evitar o bombardeio coletivo de perguntas. Ele pode gerar nervosismos que impeçam o cliente de explicar detalhadamente o que precisa para que seus entrevistadores entendem as circunstâncias vividas pela empresa.
b) Se a situação é positiva, o atendimento em conjunto também pode gerar um tratamento mais superficial. E é natural, uma vez que todos os jornalistas vão escrever suas matérias a partir das mesmas perguntas.
A informação para background – o jornalista procura a empresa, com o objetivo de obter informações genéricas sobre o mercado em que ela atua, ou explicações técnicas sobre determinado universo, para ajudá-lo a situar-se em uma cobertura da qual foi imcubido.
Obs: é claro que muitas dessas informações de background podem servir de base para pautas futuras, ou até mesmo virem a ser publicadas em boxes explicativos e/ou artigos de fundo.
Diálogo – partindo da empresa
- partindo da imprensa
- depende do deadline (data e/ou horário em que um repórter precisa entregar sua matéria apurada e escrita ao editor)
- depende se esse horário solicitado pelo
jornalista se encaixa à agenda do executivo.
Quando a iniciativa parte da imprensa
Iniciativa
Do jornalista
a) reportagem mais ampla (ouvindo várias empresas, prática comum, quando a imprensa quer detectar reações e/ou tendências de um determinado segmento de mercado)
b) reportagem buscando informações exclusivas sobre a empresa.
Obs: é importante, entretanto, ressaltar que, para avaliar qualquer possibilidade de conceder uma entrevista, é fundamental estar certo de ter compreendido os objetivos da matéria em que ela será inserida e consciente das expectativas do jornalista em relação às informações que pretende obter da empresa. Essas duas certezas evitam um bocado de frustração para ambas as partes.
Entrevista por telefone – esse tipo de entrevista só é recomendado quando o cliente domina completamente o assunto.
Obs: O ideal é que, ao receber a solicitação de uma entrevista telefônica, o cliente contraponha um encontro rápido e imediato. Nem sempre, contudo, o deadline do jornalista torna isso possível. Nesse caso, o cliente deve procurar entender exatamente o que seu entrevistador deseja saber e lhe pedir um intervalo de meia hora para se preparar.
Várias solicitações para um mesmo assunto – há algumas situações em que vários veículos podem contactar o cliente para pedir uma entrevista. À primeira vista, a forma mais racional de gerenciar tantas solicitações é juntar todos os jornalistas para serem atendidos em uma só entrevista. Dependendo da circunstância, essa alternativa deve ser reavaliada.
a) Se a situação é de crise, deve-se evitar o bombardeio coletivo de perguntas. Ele pode gerar nervosismos que impeçam o cliente de explicar detalhadamente o que precisa para que seus entrevistadores entendem as circunstâncias vividas pela empresa.
b) Se a situação é positiva, o atendimento em conjunto também pode gerar um tratamento mais superficial. E é natural, uma vez que todos os jornalistas vão escrever suas matérias a partir das mesmas perguntas.
A informação para background – o jornalista procura a empresa, com o objetivo de obter informações genéricas sobre o mercado em que ela atua, ou explicações técnicas sobre determinado universo, para ajudá-lo a situar-se em uma cobertura da qual foi imcubido.
Obs: é claro que muitas dessas informações de background podem servir de base para pautas futuras, ou até mesmo virem a ser publicadas em boxes explicativos e/ou artigos de fundo.
Imprensa_Falar com
Como Falar com a Imprensa
Diálogo – partindo da empresa - partindo da imprensa
- depende do deadline (data e/ou horário em que um repórter precisa entregar sua matéria apurada e escrita ao editor)
- depende se esse horário solicitado pelo
jornalista se encaixa à agenda do executivo.
Quando a iniciativa parte da imprensa
Iniciativa
– jornalista
a) reportagem mais ampla (ouvindo várias empresas, prática comum, quando a imprensa quer detectar reações e/ou tendências de um determinado segmento de mercado)
b) reportagem buscando informações exclusivas sobre a empresa.
Obs: é importante, entretanto, ressaltar que, para avaliar qualquer possibilidade de conceder uma entrevista, é fundamental estar certo de ter compreendido os objetivos da matéria em que ela será inserida e consciente das expectativas do jornalista em relação às informações que pretende obter da empresa. Essas duas certezas evitam um bocado de frustração para ambas as partes.
Entrevista por telefone – esse tipo de entrevista só é recomendado quando o cliente domina completamente o assunto.
Obs: O ideal é que, ao receber a solicitação de uma entrevista telefônica, o cliente co0ntraponha um encontro rápido e imediato. Nem sempre, contudo, o deadline do jornalista torna isso possível. Nesse caso, o cliente deve procurar entender exatamente o que seu entrevistador deseja saber e lhe pedir um intervalo de meia hora para se preparar.
Várias solicitações para um mesmo assunto – há algumas situações em que vários veículos podem contatar o cliente para pedir uma entrevista. À primeira vista, a forma mais racional de gerenciar tantas solicitações é juntar todos os jornalistas para serem atendidos em uma só entrevista. Dependendo da circunstância, essa alternativa deve ser reavaliada.
a) Se a siatuação é de crise, deve-se evitar o bombardeio coletivo de perguntas. Ele pode gerar nervosismos que impeçam o cliente de explicar detalhadamente o que precisa para que seus entrevistadores entendem as circunstâncias vividas pela empresa.
b) Se a situação é positiva, o atendimento em conjunto também pode gerar um tratamento mais superficial. E é natural, uma vez que todos os jornalistas vão escrever suas matérias a partir das mesmas perguntas.
A informação para background – o jornalista procura a empresa, com o objetivo de obter informações genéricas sobre o mercado em que ela atua, ou explicações técnicas sobre determinado universo, para ajudá-lo a situar-se em uma cobertura da qual foi imcubido.
Obs: é claro que muitas dessas informações de background podem servir de base para pautas futuras, ou até mesmo virem a ser publicadas em boxes explicativos e/ou artigos de fundo.
Diálogo – partindo da empresa - partindo da imprensa
- depende do deadline (data e/ou horário em que um repórter precisa entregar sua matéria apurada e escrita ao editor)
- depende se esse horário solicitado pelo
jornalista se encaixa à agenda do executivo.
Quando a iniciativa parte da imprensa
Iniciativa
– jornalista
a) reportagem mais ampla (ouvindo várias empresas, prática comum, quando a imprensa quer detectar reações e/ou tendências de um determinado segmento de mercado)
b) reportagem buscando informações exclusivas sobre a empresa.
Obs: é importante, entretanto, ressaltar que, para avaliar qualquer possibilidade de conceder uma entrevista, é fundamental estar certo de ter compreendido os objetivos da matéria em que ela será inserida e consciente das expectativas do jornalista em relação às informações que pretende obter da empresa. Essas duas certezas evitam um bocado de frustração para ambas as partes.
Entrevista por telefone – esse tipo de entrevista só é recomendado quando o cliente domina completamente o assunto.
Obs: O ideal é que, ao receber a solicitação de uma entrevista telefônica, o cliente co0ntraponha um encontro rápido e imediato. Nem sempre, contudo, o deadline do jornalista torna isso possível. Nesse caso, o cliente deve procurar entender exatamente o que seu entrevistador deseja saber e lhe pedir um intervalo de meia hora para se preparar.
Várias solicitações para um mesmo assunto – há algumas situações em que vários veículos podem contatar o cliente para pedir uma entrevista. À primeira vista, a forma mais racional de gerenciar tantas solicitações é juntar todos os jornalistas para serem atendidos em uma só entrevista. Dependendo da circunstância, essa alternativa deve ser reavaliada.
a) Se a siatuação é de crise, deve-se evitar o bombardeio coletivo de perguntas. Ele pode gerar nervosismos que impeçam o cliente de explicar detalhadamente o que precisa para que seus entrevistadores entendem as circunstâncias vividas pela empresa.
b) Se a situação é positiva, o atendimento em conjunto também pode gerar um tratamento mais superficial. E é natural, uma vez que todos os jornalistas vão escrever suas matérias a partir das mesmas perguntas.
A informação para background – o jornalista procura a empresa, com o objetivo de obter informações genéricas sobre o mercado em que ela atua, ou explicações técnicas sobre determinado universo, para ajudá-lo a situar-se em uma cobertura da qual foi imcubido.
Obs: é claro que muitas dessas informações de background podem servir de base para pautas futuras, ou até mesmo virem a ser publicadas em boxes explicativos e/ou artigos de fundo.
Imprensa_Quando Falar
Quando Falar Com a Imprensa
Falta de conhecimento de códigos e tempo
Canal de mão dupla – baseado em alguns fatores como respeito, confiança e troca de informações
O QUE FALAR COM A IMPRENSA
Que tipo de informações interessa à imprensa?
Tudo que é notícia
- Avaliar o que é notícia
- Que públicos vão se interessar por isso e por quê?
EXEMPLO:
Se uma empresa decide instituir como parte dos seus benefícios o pagamento anual do 14 salário a seus funcionários, o foco de interesse sobre esse assunto pode variar, de acordo com as seguintes opções:
01 - Pode interessar apenas aos funcionários, se a maior parte das outras empresas do mercado já tiverem esse benefício implantado.
02 - Pode despertar um interesse mais abrangente e virar notícia, se a empresa estiver passando a integrar um seleto grupo que tem o pagamento do 14 salário como praxe.
03 - Pode se transformar em uma grande notícia das editorias e publicações especializadas em economia e/ou recursos humanos, se a empresa for uma das precursoras na implantação desse benefício.
04 - Pode ter o mesmo potencial de notícia do item anterior, se, numa conjuntura de recessão, for das poucas empresas que mantiveram o benefício do 14 salário.
05 - Pode também despertar esse mesmo interesse, se, numa conjuntura de desenvolvimento e crescimento econômico, for a última empresa a implantar esse benefício.
O QUE FALAR COM A IMPRENSA
Fatos de Interesse da imprensa:
Fatos inusitados;
Saúde financeira das empresas;
Disputas por mercados emergentes;
Comportamentos de mercados solidificados;
Negociações entre empresas;
Estratégias de marketing;
Mudanças na direção da empresa;
Relacionamento empresa/governo;
Relacionamento empresa/comunidade;
Relacionamento empresa/concorrentes ou empresa/entidades representativas
01 – Fatos inusitados. Classificação que tanto pode ser aplicada ao lançamento de um produto que introduz uma tecnologia inédita ou infinitamente mais barata no mercado; como um faturamento e/ou lucro e/ou crescimento empresarial recordes; como a um programa ambicioso de investimentos em pesquisa, ou à implantação de uma política inovadora de controle de qualidade e/ou relacionamento comunitário.
02 – Na saúde financeira das empresas. E para provar que vai bem obrigado, o executivo deve justificar essa afirmação com dados que toda matéria com pretensões a ser publicada em editorias de negócios requer: números. Faturamento, lucro, prejuízo, percentual de endividamento, investimentos globais e por área, crescimento, volume de exportações e importações, penetração no mercado e nichos a serem conquistados, são alguns dos dados a que qualquer jornalista de economia que ter acesso, ao traçar o perfil de uma empresa.
03 – Na disputa por mercados emergentes. Se uma empresa está obtendo sucesso na "briga” pela fatia de um desses mercados e pode fundamentar isso com dados concretos – basicamente números e “nomes aos bois”, quando se tratar da conquista de novos clientes – não importa o tamanho que ela tenha, se a sua conquista é significativa, ela é, naturalmente, uma candidata a ser notícia.
04 – No comportamento dos chamados mercados solidificados. E se uma empresa aumenta sua hegemonia em um desses mercados ou ameaça a posição de outra, não há dúvida de que tanto uma como a outra têm um grande potencial de virar notícia.
05 – Nas negociações entre empresas, como parcerias, joint-ventures e incorporações. Esses assuntos sempre ganham muito destaque nas editorias de economia, negócios e investimentos, mas por questões estratégicas, costumam ser guardados “a sete chaves” até a concretização do negócio. Como é assunto de interesse, deve-se tomar todo o cuidado para que a informação, ainda que parcial, não vaze antes da hora, já que, além de prejudicar as negociações, pode notabilizar dados absolutamente distorcidos.
06 – Nas reestruturações de marketing. Desde que sejam realmente significativas e possam ser “amarradas” com estimativas de crescimento, expectativas quantificadas de faturamento e de maior penetração no mercado.
07 – Nas mudanças de dirigentes e/ou criação de novos cargos. Quando ocorrem em posições chave da empresa e podem ser atreladas a projetos de mudança e/ou a novas estratégias de negócios.
08 – No relacionamento empresa/governo. Principalmente quando a empresa assume claramente uma posição favorável ou contrária a medidas tomadas pelos dirigentes dos país.
09 – No relacionamento empresa/comunidade. Sobretudo se a empresa assume uma posição de liderança em campanhas de bem estar social, ou no desenvolvimento de programas que lhe possibilitem interferir diretamente na realidade de uma comunidade. Exemplos: os programas de fomento à pesquisa em universidades e institutos de desenvolvimento.
10 – Nos relacionamentos empresa/concorrência e empresa/entidades representativas. Principalmente quando há concorr6encia acirrada por um determinado mercado e/ou quando um determinado ponto de vista defendido pela empresa fortalece ou conflito com a posição da entidade a que está ligada.
Falta de conhecimento de códigos e tempo
Canal de mão dupla – baseado em alguns fatores como respeito, confiança e troca de informações
O QUE FALAR COM A IMPRENSA
Que tipo de informações interessa à imprensa?
Tudo que é notícia
- Avaliar o que é notícia
- Que públicos vão se interessar por isso e por quê?
EXEMPLO:
Se uma empresa decide instituir como parte dos seus benefícios o pagamento anual do 14 salário a seus funcionários, o foco de interesse sobre esse assunto pode variar, de acordo com as seguintes opções:
01 - Pode interessar apenas aos funcionários, se a maior parte das outras empresas do mercado já tiverem esse benefício implantado.
02 - Pode despertar um interesse mais abrangente e virar notícia, se a empresa estiver passando a integrar um seleto grupo que tem o pagamento do 14 salário como praxe.
03 - Pode se transformar em uma grande notícia das editorias e publicações especializadas em economia e/ou recursos humanos, se a empresa for uma das precursoras na implantação desse benefício.
04 - Pode ter o mesmo potencial de notícia do item anterior, se, numa conjuntura de recessão, for das poucas empresas que mantiveram o benefício do 14 salário.
05 - Pode também despertar esse mesmo interesse, se, numa conjuntura de desenvolvimento e crescimento econômico, for a última empresa a implantar esse benefício.
O QUE FALAR COM A IMPRENSA
Fatos de Interesse da imprensa:
Fatos inusitados;
Saúde financeira das empresas;
Disputas por mercados emergentes;
Comportamentos de mercados solidificados;
Negociações entre empresas;
Estratégias de marketing;
Mudanças na direção da empresa;
Relacionamento empresa/governo;
Relacionamento empresa/comunidade;
Relacionamento empresa/concorrentes ou empresa/entidades representativas
01 – Fatos inusitados. Classificação que tanto pode ser aplicada ao lançamento de um produto que introduz uma tecnologia inédita ou infinitamente mais barata no mercado; como um faturamento e/ou lucro e/ou crescimento empresarial recordes; como a um programa ambicioso de investimentos em pesquisa, ou à implantação de uma política inovadora de controle de qualidade e/ou relacionamento comunitário.
02 – Na saúde financeira das empresas. E para provar que vai bem obrigado, o executivo deve justificar essa afirmação com dados que toda matéria com pretensões a ser publicada em editorias de negócios requer: números. Faturamento, lucro, prejuízo, percentual de endividamento, investimentos globais e por área, crescimento, volume de exportações e importações, penetração no mercado e nichos a serem conquistados, são alguns dos dados a que qualquer jornalista de economia que ter acesso, ao traçar o perfil de uma empresa.
03 – Na disputa por mercados emergentes. Se uma empresa está obtendo sucesso na "briga” pela fatia de um desses mercados e pode fundamentar isso com dados concretos – basicamente números e “nomes aos bois”, quando se tratar da conquista de novos clientes – não importa o tamanho que ela tenha, se a sua conquista é significativa, ela é, naturalmente, uma candidata a ser notícia.
04 – No comportamento dos chamados mercados solidificados. E se uma empresa aumenta sua hegemonia em um desses mercados ou ameaça a posição de outra, não há dúvida de que tanto uma como a outra têm um grande potencial de virar notícia.
05 – Nas negociações entre empresas, como parcerias, joint-ventures e incorporações. Esses assuntos sempre ganham muito destaque nas editorias de economia, negócios e investimentos, mas por questões estratégicas, costumam ser guardados “a sete chaves” até a concretização do negócio. Como é assunto de interesse, deve-se tomar todo o cuidado para que a informação, ainda que parcial, não vaze antes da hora, já que, além de prejudicar as negociações, pode notabilizar dados absolutamente distorcidos.
06 – Nas reestruturações de marketing. Desde que sejam realmente significativas e possam ser “amarradas” com estimativas de crescimento, expectativas quantificadas de faturamento e de maior penetração no mercado.
07 – Nas mudanças de dirigentes e/ou criação de novos cargos. Quando ocorrem em posições chave da empresa e podem ser atreladas a projetos de mudança e/ou a novas estratégias de negócios.
08 – No relacionamento empresa/governo. Principalmente quando a empresa assume claramente uma posição favorável ou contrária a medidas tomadas pelos dirigentes dos país.
09 – No relacionamento empresa/comunidade. Sobretudo se a empresa assume uma posição de liderança em campanhas de bem estar social, ou no desenvolvimento de programas que lhe possibilitem interferir diretamente na realidade de uma comunidade. Exemplos: os programas de fomento à pesquisa em universidades e institutos de desenvolvimento.
10 – Nos relacionamentos empresa/concorrência e empresa/entidades representativas. Principalmente quando há concorr6encia acirrada por um determinado mercado e/ou quando um determinado ponto de vista defendido pela empresa fortalece ou conflito com a posição da entidade a que está ligada.
Imprensa_Relacionar
Por Que Se Relacionar Com A Imprensa
Competição acirrada
Globalização da Economia
Busca de qualidade
Reconhecimento no Mercado – De nada adiante ser primeiro, ou vencer etapas na conquista de diferencial, se ninguém toma conhecimento.
Política de Comunicação – formas da empresa se comunicar com seus clientes, fornecedores, canais usados para “falar” com o governo, com instituições e as entidades representativas de classe e setor e funcionários.
Canais específicos – para cada público
Imprensa – um dos canais mais eficazes – fala simultaneamente a diversos públicos.
Quando Falar Com a Imprensa
Falta de conhecimento de códigos e tempo
Canal de mão dupla – baseado em alguns fatores como respeito, confiança e troca de informações
Competição acirrada
Globalização da Economia
Busca de qualidade
Reconhecimento no Mercado – De nada adiante ser primeiro, ou vencer etapas na conquista de diferencial, se ninguém toma conhecimento.
Política de Comunicação – formas da empresa se comunicar com seus clientes, fornecedores, canais usados para “falar” com o governo, com instituições e as entidades representativas de classe e setor e funcionários.
Canais específicos – para cada público
Imprensa – um dos canais mais eficazes – fala simultaneamente a diversos públicos.
Quando Falar Com a Imprensa
Falta de conhecimento de códigos e tempo
Canal de mão dupla – baseado em alguns fatores como respeito, confiança e troca de informações
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