Por Que Se Relacionar Com A Imprensa
Competição acirrada
Globalização da Economia
Busca de qualidade
Reconhecimento no Mercado – De nada adiante ser primeiro, ou vencer etapas na conquista de diferencial, se ninguém toma conhecimento.
Política de Comunicação – formas da empresa se comunicar com seus clientes, fornecedores, canais usados para “falar” com o governo, com instituições e as entidades representativas de classe e setor e funcionários.
Canais específicos – para cada público
Imprensa – um dos canais mais eficazes – fala simultaneamente a diversos públicos.
Quando Falar Com a Imprensa
Falta de conhecimento de códigos e tempo
Canal de mão dupla – baseado em alguns fatores como respeito, confiança e troca de informações
terça-feira, 3 de novembro de 2009
É Notícia_Mídia
Redes sociais podem ser aliadas do jornalismo online
O 3º MEdia On - Fórum de Jornalismo Online, se encerrou na quinta-feira, 29, abordando o uso das novas mídias na publicação de notíciasPara enviar essa notícia é preciso efetuar o login, Aqui.
O último painel, do 3º Media On, que se encerrou nesta quinta-feira, 29, debateu "O que um jornalista precisa para se integrar as novas mídias", com o objetivo de entender como as redes sociais impactam o dia-a-dia do o profissional de imprensa e jornalismo. Para discutir o tema foram convidados os jornalistas Tiago Dória, editor de blog sobre cultura, web, tecnologia e mídia hospedado no IG, e também José Roberto de Toledo, da Associação Brasileira de Jornalismo de Investigativo. Além disso, o painel teve como mediador o jornalista Carlos Drummond, que é coordenador do curso de Jornalismo da Facamp, em Campinas.
Dória destacou que o grande diferencial da internet não é a sua velocidade e sim a sua "perenidade", que o jornalista faz referência às páginas velhas e amareladas dos jornais impressos. Para ele, o mais importante é que todas as notícias publicadas na rede continuam armazenadas e servem como base para novas pesquisas, podendo serem acessadas a qualquer momento em qualquer parte do mundo. "A notícia de ontem passa a ter validade em uma estratégia de comunicação". Além disso, Dória ressalta que o advento da tecnologia trouxe a possibilidade do conteúdo ser produzido até mesmo com um celular, seja por texto, ou imagens.
Para ele, os mais jovens não precisam se integrar as novas mídias, "eles já nascem integrados". E o mais importante não é se apegar nas ferramentas para a produção do conteúdo e sim nos conceitos, no que é importante informar ao leitor e qual a melhor maneira de ser compreendido.
Em sua apresentação, José Roberto de Toledo, citou que em meio a tanta velocidade, é importante checar as informações antes de publicá-las. O jornalista deu dicas de como usufruir da melhor maneira das redes como twitter e facebook. Ele acredita que as duas ferramentas são como um termômetro da sociedade brasileira, e considera importante que um jornalista esteja nessas mídias. "O profissional nem precisa se identificar, ou nem mesmo twittar, mas muitas pessoas que são fontes de notícias usam essas ferramentas para divulgar informações que antes não divulgariam". Porém, ele ressaltou outro cuidado que os jornalistas precisam ter ao usar twitter e afins, o de se tornarem concorrentes das empresas de comunicação em que trabalham. "Se o profissional publica o conteúdo antes do jornal em que atua, então, será um concorrente". Toledo acredita que mais importante do que ter milhões de seguidores, é ter clientes (seguidores) importantes, que retransmitam e dêem peso à informação postada na rede.
O Media On é realizado por meio de uma parceria entre o Portal Terra e o Itaú Cultural com o apoio da BBC Brasil e da CNN. O objetivo é debater os rumos das atividades e a tendência da informação no mundo digital.
Fonte: Meio & Mensagem
O 3º MEdia On - Fórum de Jornalismo Online, se encerrou na quinta-feira, 29, abordando o uso das novas mídias na publicação de notíciasPara enviar essa notícia é preciso efetuar o login, Aqui.
O último painel, do 3º Media On, que se encerrou nesta quinta-feira, 29, debateu "O que um jornalista precisa para se integrar as novas mídias", com o objetivo de entender como as redes sociais impactam o dia-a-dia do o profissional de imprensa e jornalismo. Para discutir o tema foram convidados os jornalistas Tiago Dória, editor de blog sobre cultura, web, tecnologia e mídia hospedado no IG, e também José Roberto de Toledo, da Associação Brasileira de Jornalismo de Investigativo. Além disso, o painel teve como mediador o jornalista Carlos Drummond, que é coordenador do curso de Jornalismo da Facamp, em Campinas.
Dória destacou que o grande diferencial da internet não é a sua velocidade e sim a sua "perenidade", que o jornalista faz referência às páginas velhas e amareladas dos jornais impressos. Para ele, o mais importante é que todas as notícias publicadas na rede continuam armazenadas e servem como base para novas pesquisas, podendo serem acessadas a qualquer momento em qualquer parte do mundo. "A notícia de ontem passa a ter validade em uma estratégia de comunicação". Além disso, Dória ressalta que o advento da tecnologia trouxe a possibilidade do conteúdo ser produzido até mesmo com um celular, seja por texto, ou imagens.
Para ele, os mais jovens não precisam se integrar as novas mídias, "eles já nascem integrados". E o mais importante não é se apegar nas ferramentas para a produção do conteúdo e sim nos conceitos, no que é importante informar ao leitor e qual a melhor maneira de ser compreendido.
Em sua apresentação, José Roberto de Toledo, citou que em meio a tanta velocidade, é importante checar as informações antes de publicá-las. O jornalista deu dicas de como usufruir da melhor maneira das redes como twitter e facebook. Ele acredita que as duas ferramentas são como um termômetro da sociedade brasileira, e considera importante que um jornalista esteja nessas mídias. "O profissional nem precisa se identificar, ou nem mesmo twittar, mas muitas pessoas que são fontes de notícias usam essas ferramentas para divulgar informações que antes não divulgariam". Porém, ele ressaltou outro cuidado que os jornalistas precisam ter ao usar twitter e afins, o de se tornarem concorrentes das empresas de comunicação em que trabalham. "Se o profissional publica o conteúdo antes do jornal em que atua, então, será um concorrente". Toledo acredita que mais importante do que ter milhões de seguidores, é ter clientes (seguidores) importantes, que retransmitam e dêem peso à informação postada na rede.
O Media On é realizado por meio de uma parceria entre o Portal Terra e o Itaú Cultural com o apoio da BBC Brasil e da CNN. O objetivo é debater os rumos das atividades e a tendência da informação no mundo digital.
Fonte: Meio & Mensagem
terça-feira, 20 de outubro de 2009
É Notícia_Diploma
JORNALISMO -
Relator é a favor do diploma
BRASÍLIA (Folhapress) - Com parecer favorável, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara deve votar amanhã proposta de emenda constitucional que tenta reativar a exigência de diploma de jornalismo para o exercício da profissão. Relator do assunto, o deputado Maurício Rands (PT) deu parecer favorável ao retorno da obrigatoriedade, derrubada pela maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal em junho.
Na ocasião, oito dos nove ministros entenderam que restringir o exercício do jornalismo a quem tem diploma afronta o princípio constitucional da liberdade de expressão. Após a decisão, três deputados apresentaram os projetos para tentar retomar a obrigatoriedade. Outro projeto similar está em análise na CCJ do Senado. Em seu parecer, Rands diz que não vislumbra na exigência de diploma “ofensa a princípios constitucionais”.
Se aprovado na CCJ, o texto será analisado por comissão especial, passo anterior à votação em plenário, onde precisa do voto de ao menos 60% dos deputados, em dois turnos, para ser aprovado. Depois, segue para o Senado.
Entidades como Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e Associação Nacional de Jornais (ANJ) são contra a exigência. “Volta da exigência do diploma é retrocesso, fadada a ser considerada inconstitucional pelo STF”, disse o diretor-executivo da ANJ, Ricardo Pedreira.
Já entidades representativas dos jornalistas defendem a obrigatoriedade. “A lei deve resguardar que o jornalismo seja feito por jornalistas. Qualquer órgão de imprensa traz análises feitas por não jornalistas. Isso não é objeto de questionamento”, disse Sérgio Murillo de Andrade, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas
Fonte: Folha de Pernambuco
Relator é a favor do diploma
BRASÍLIA (Folhapress) - Com parecer favorável, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara deve votar amanhã proposta de emenda constitucional que tenta reativar a exigência de diploma de jornalismo para o exercício da profissão. Relator do assunto, o deputado Maurício Rands (PT) deu parecer favorável ao retorno da obrigatoriedade, derrubada pela maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal em junho.
Na ocasião, oito dos nove ministros entenderam que restringir o exercício do jornalismo a quem tem diploma afronta o princípio constitucional da liberdade de expressão. Após a decisão, três deputados apresentaram os projetos para tentar retomar a obrigatoriedade. Outro projeto similar está em análise na CCJ do Senado. Em seu parecer, Rands diz que não vislumbra na exigência de diploma “ofensa a princípios constitucionais”.
Se aprovado na CCJ, o texto será analisado por comissão especial, passo anterior à votação em plenário, onde precisa do voto de ao menos 60% dos deputados, em dois turnos, para ser aprovado. Depois, segue para o Senado.
Entidades como Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e Associação Nacional de Jornais (ANJ) são contra a exigência. “Volta da exigência do diploma é retrocesso, fadada a ser considerada inconstitucional pelo STF”, disse o diretor-executivo da ANJ, Ricardo Pedreira.
Já entidades representativas dos jornalistas defendem a obrigatoriedade. “A lei deve resguardar que o jornalismo seja feito por jornalistas. Qualquer órgão de imprensa traz análises feitas por não jornalistas. Isso não é objeto de questionamento”, disse Sérgio Murillo de Andrade, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas
Fonte: Folha de Pernambuco
domingo, 18 de outubro de 2009
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